<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-15329212</id><updated>2011-06-14T14:06:09.440+01:00</updated><title type='text'>Ensaios sobre a Felicidade</title><subtitle type='html'>Para se ser feliz, basta estar vivo e sabê-lo</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ensaios-sobre-felicidade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15329212/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ensaios-sobre-felicidade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-15329212.post-112377759712021901</id><published>2005-08-25T17:26:00.000+01:00</published><updated>2005-08-25T10:53:18.500+01:00</updated><title type='text'>O INICIO DO RACIOCÍNIO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dou comigo muitas vezes a pensar na Felicidade, no que ela comporta, no que ela significa, no que ela é. Tenho por hábito estudar os outros. Gosto de me sentar e ouvir conversas, ou simplesmente olhar para as pessoas e imaginar o que elas pensam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frequentemente concluo que todos exigimos ser felizes, muitos não se preocupam em saber o que é a felicidade, poucos param para pensar o seu significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri, nestes anos de estudos, que felicidade e liberdade são dois conceitos voláteis e iguais. Se for livre, sou feliz. Se for feliz, sou livre. No entanto, não consigo encontrar uma definição fixa nem para liberdade nem para felicidade. Apenas tenho a consciência que preciso de ambas com a mesma necessidade que preciso do ar para viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri também que não sou a única viciada em liberdade e felicidade. A sociedade tem evoluído duma forma, no meu ponto de vista, preocupante. Quanto mais evoluímos no campo científico, quanta mais tecnologia temos à nossa disposição, mais tendemos a esquecermo-nos de pensar, de usar o cérebro e de analisar os nossos passos, as nossas atitudes como membros duma comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cada Homem é uma ilha” penso que disse Bon Jovi. É um conceito usado pelos homens modernos, os ditos metrossexuais. É uma medalha de honra exibida ao peito, como desculpa para “Eu sou o centro do Universo, tudo gira à minha volta. Sou um homem moderno que vive para a imagem e para o presente!” Cada mulher é também uma ilha e, cada vez mais, as mulheres adoptam esta atitude egoísta e “moderna”, vivendo a imagem e o presente e esquecendo os valores sociais “antiquados” mas que eu insisto em chamar educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não interpreto “Cada Homem é uma ilha” como desculpa para não olhar à volta e entender que vivo numa cidade com milhões de outras pessoas, como desculpa para não respeitar, se exijo ser respeitada. No meu entender, “Cada Homem é um ilha” porque todos nós temos sensações e reacções únicas, que fazem com que cada indivíduo reaja de forma diferente à mesma situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseguirei ser feliz apenas respirando o ar, comendo apenas o que o meu corpo precisa e usando apenas a roupa necessária a aquecer o meu corpo? Ou, serei feliz se tiver o telemóvel topo de gama, o melhor carro do mercado, a casa mais moderna da cidade onde vivo, o homem mais bonito que consegui arranjar, o armário repleto de roupas de costureiros famosos? E se eu conseguir chegar ao ponto de ter tudo o que a sociedade me impõe para ser feliz e descobrir que continuo infeliz? E, serei livre, se não for casada, nem o quiser ser? Se não tiver patrões? Se viver sozinha? Ou terei sempre alguém a quem prestar vassalagem, mesmo que acima de mim já não exista mais ninguém? E se eu conseguir chegar a este nível e descobrir que prefiro voltar atrás, que prefiro trabalhar das 9 às 18, ter sempre alguém a quem tenho de dar uma satisfação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o início dos meus Ensaios sobre Felicidade. Pensamentos meus, que, no entanto, são iguais aos de muitas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensaios Sobre a Felicidade é a minha forma de descobrir como ser realmente feliz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/15329212-112377759712021901?l=ensaios-sobre-felicidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15329212/posts/default/112377759712021901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/15329212/posts/default/112377759712021901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ensaios-sobre-felicidade.blogspot.com/2005/08/o-inicio-do-raciocnio.html' title='O INICIO DO RACIOCÍNIO'/><author><name>Blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
